Aparelho atenderá a uma das metas do Plano Nacional de Gestão de Riscos e Alertas de Desastres Naturais
Cerimônia de Inauguração do Banco Vermelho
A cerimônia de inauguração do Banco Vermelho, realizada no Campus Universitário de Tucuruí da Universidade Federal do Pará em 7 de abril de 2026, teve como objetivo promover a conscientização sobre o enfrentamento ao feminicídio e à violência contra a mulher. O Banco Vermelho, símbolo internacional dessa causa, representa um chamado à reflexão, à equidade de gênero e ao compromisso coletivo com a proteção da vida das mulheres. A abertura do evento foi feita pela servidora técnica administrativa Ildenê Mota, que apresentou a contextualização da iniciativa alinhada à legislação brasileira por meio da Lei Federal nº 14.942/2024, que institui o Banco Vermelho como política pública de prevenção ao feminicídio, reconhecendo o papel da educação na transformação social. A Vice-Coordenadora e Coordenadora Acadêmica do campus, Carolina Coelho da Rosa falou da importância deste ato na UFPA e nos campi para a defesa da vida e integridade das mulheres, reforçando o compromisso do campus com a equidade de gênero "A UFPA camtuc é um espaço de produção de conhecimento, mas também é um espaço de formação ética e cidadã", afirmou. Em seguida realizou a leitura de um verso do poema "Aninha e suas pedras" de Cora Coralina (pseudônimo de Ana Lins Peixoto), o poema fala de resiliência em meio às dificuldades. A Coordenadora finalizou com os agradecimentos à Ouvidoria da UFPA, ao Reitor Gilmar Pereira da Silva, à Vice-Reitora da UFPA - Profa. Dra. Loiane Prado Verbicaro que promoveu o diálogo entre os campi e providenciou a confecção das placas do banco, à Coordenação Geral do Campus - Prof. Wassim Raja El Banna, à Comissão de Equidade de Gênero e Programa Mulheres e Meninas nas Engenharias, às calouras que estiveram presentes na pintura do banco e ao pessoal de apoio que contribuiu com a finalização da pintura. A Profa. Dra Viviane Almeida dos Santos, representante da Comissão de Equidade de Gênero da UFPA e Coordenadora do Programa Meninas e Mulheres na Engenharia, falou da satisfação em poder prestigiar este momento. A docente falou do papel do programa dentro da campus e na sociedade e apresentou dados estatísticos alarmantes sobre feminicídio. Em seguida foram expostas fotos de mulheres que foram vítimas de feminicídio e a forma como foram brutalmente assassinadas, solicitou um minuto de silêncio como sinal de respeito a todas que foram vítimas. "Este banco não está vazio, ele está ocupado pela ausência de mulheres que deveriam estar vivas", afirmou. O Prof. Dr. Ezequiel de Andrade Belo, coordenador da Faculdade de Física, representando o apoio docente, direcionou sua fala em especial ao público masculino, apresentando também dados impactantes e demonstrando como isto se reflete no ambiente acadêmico. Na ocasão falou da importância da conscientização, do apoio às mulheres e de assumir o compromisso de combater todas as formas de violência contra mulher. O docente alertou que na maioria das vezes a violência inicia no próprio ambiente familiar, e que mesmo com a formulação de leis o problema ainda é muito recorrente. Em sua fala, o docente destacou como o preconceito e misoginia estão enraizados na sociedade há muito tempo e que a forma como os homens são educados são primordiais para quebrar paradigmas. "Nós homens passamos por um processo de criação na cultura da misoginia e muitas vezes, conscientes ou inconscientes não enxergamos o que fazemos", destacou. Durante os pronunciamentos, a discente Neuly Cristiane Santos Costa da Faculdade de Engenharia Sanitária e Ambiental representou a participação das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia e engenharia. Reforçou a imporância do respeito com todas as alunas, trazendo a motivação para que cada vez mais possam ocupar espaços de liderança na universidade. "Aqui na universidade entramos meninas e saímos mulheres, se tornem liderança dentro da faculdade, se destaquem pois nós somos importantes, nossas vidas realmente importam", destacou. Representando a voz do corpo discente na promoção da equidade dentro da universidade o aluno da Faculdade de Engenharia de Computação Vinicius Rodrigues Silva ressaltou a imporância da empatia com o próximo. "Eu percebo que a nossa sociedade tem grande dificuldade de se pôr no lugar do outro, acho que este é um ponto que devemos refletir, sobre ensinar a questão da empatia com o próximo", afirmou o aluno. A cerimônia foi encerrada com a servidora Ildenê Mota, que também é integrante do Programa Mulheres e Meninas nas Engenharias, com a reafirmação do papel da universidade na promoção da equidade de gênero e na construção de uma cultura de paz. "Institucionalmente falando, não aceitaremos mais nenhum tipo de violência", afirmou, fazendo também o convite à comunidade para conhecer os meios de enfrentamento à violência contra mulher no estado do Pará pelo telefone 180, na UFPA por meio da Ouvidoria e da Comissão de Equidade de Gênero e a fortalecer a divulgação desta iniciativa. Texto e Fotos: Divisão de Comunicação Institucional - DCI/Camtuc UFPA
Solicite o seu cadastro na MINHA BIBLIOTECA!
A Minha Biblioteca (MB) possui um amplo acervo digital com milhares de e-books de todas as áreas do conhecimento, que é atualizado mensalmente com a inclusão de edições mais recentes e lançamentos. Conheça alguns recursos da MB: LEITURA EM VOZ ALTA ferramenta que promove a inclusão de pessoas com deficiência e uma opção para quem deseja ouvir o texto do livro digital enquanto realiza outras tarefas. Também é possível aumentar ou diminuir a velocidade da narração. LEGIBILIDADE E ACESSIBILIDADE fontes tipográficas inclusivas, com opções acessíveis para pessoas com baixa visão ou com dislexia. Ajuste de tamanho do texto e da cor de fundo da tela. INTERATIVIDADE E PERSONALIZAÇÃO aprendizagem interativa e personalizável dentro dos livros: emojis de reação, realces de texto, favoritos, cartões de estudo, anotações de leitura e marcadores de página. Para ter acesso à MB, solicite o seu cadastro: https://tinyurl.com/CadastroMBUFPA . . . Siga-nos nas redes sociais! WhatsApp: tinyurl.com/BtCamtuc Telegram: t.me/bcamtuc Instagram: @bcamtuc Threads: threads.net/@bcamtuc Facebook: facebook.com/bibcamtuc Texto e arte: Biblioteca Camtuc/UFPA
PROCESSO SELETIVO PARA O CURSO DE DOUTORADO PROFISSIONAL EM GESTÃO DE RECURSOS NATURAIS E DESENVOLVIMENTO LOCAL NA AMAZÔNIA - RESULTADO PRELIMINAR DA ETAPA 4 – CURRÍCULO
Resultado Preliminar da Etapa 4 - Currículo
Aparelho atenderá a uma das metas do Plano Nacional de Gestão de Riscos e Alertas de Desastres Naturais
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Ministério inaugura radar meteorológico em Natal (RN)
Aparelho atenderá a uma das metas do Plano Nacional de Gestão de Riscos e Alertas de Desastres Naturais
Cerimônia de Inauguração do Banco Vermelho
A cerimônia de inauguração do Banco Vermelho, realizada no Campus Universitário de Tucuruí da Universidade Federal do Pará em 7 de abril de 2026, teve como objetivo promover a conscientização sobre o enfrentamento ao feminicídio e à violência contra a mulher. O Banco Vermelho, símbolo internacional dessa causa, representa um chamado à reflexão, à equidade de gênero e ao compromisso coletivo com a proteção da vida das mulheres. A abertura do evento foi feita pela servidora técnica administrativa Ildenê Mota, que apresentou a contextualização da iniciativa alinhada à legislação brasileira por meio da Lei Federal nº 14.942/2024, que institui o Banco Vermelho como política pública de prevenção ao feminicídio, reconhecendo o papel da educação na transformação social. A Vice-Coordenadora e Coordenadora Acadêmica do campus, Carolina Coelho da Rosa falou da importância deste ato na UFPA e nos campi para a defesa da vida e integridade das mulheres, reforçando o compromisso do campus com a equidade de gênero "A UFPA camtuc é um espaço de produção de conhecimento, mas também é um espaço de formação ética e cidadã", afirmou. Em seguida realizou a leitura de um verso do poema "Aninha e suas pedras" de Cora Coralina (pseudônimo de Ana Lins Peixoto), o poema fala de resiliência em meio às dificuldades. A Coordenadora finalizou com os agradecimentos à Ouvidoria da UFPA, ao Reitor Gilmar Pereira da Silva, à Vice-Reitora da UFPA - Profa. Dra. Loiane Prado Verbicaro que promoveu o diálogo entre os campi e providenciou a confecção das placas do banco, à Coordenação Geral do Campus - Prof. Wassim Raja El Banna, à Comissão de Equidade de Gênero e Programa Mulheres e Meninas nas Engenharias, às calouras que estiveram presentes na pintura do banco e ao pessoal de apoio que contribuiu com a finalização da pintura. A Profa. Dra Viviane Almeida dos Santos, representante da Comissão de Equidade de Gênero da UFPA e Coordenadora do Programa Meninas e Mulheres na Engenharia, falou da satisfação em poder prestigiar este momento. A docente falou do papel do programa dentro da campus e na sociedade e apresentou dados estatísticos alarmantes sobre feminicídio. Em seguida foram expostas fotos de mulheres que foram vítimas de feminicídio e a forma como foram brutalmente assassinadas, solicitou um minuto de silêncio como sinal de respeito a todas que foram vítimas. "Este banco não está vazio, ele está ocupado pela ausência de mulheres que deveriam estar vivas", afirmou. O Prof. Dr. Ezequiel de Andrade Belo, coordenador da Faculdade de Física, representando o apoio docente, direcionou sua fala em especial ao público masculino, apresentando também dados impactantes e demonstrando como isto se reflete no ambiente acadêmico. Na ocasão falou da importância da conscientização, do apoio às mulheres e de assumir o compromisso de combater todas as formas de violência contra mulher. O docente alertou que na maioria das vezes a violência inicia no próprio ambiente familiar, e que mesmo com a formulação de leis o problema ainda é muito recorrente. Em sua fala, o docente destacou como o preconceito e misoginia estão enraizados na sociedade há muito tempo e que a forma como os homens são educados são primordiais para quebrar paradigmas. "Nós homens passamos por um processo de criação na cultura da misoginia e muitas vezes, conscientes ou inconscientes não enxergamos o que fazemos", destacou. Durante os pronunciamentos, a discente Neuly Cristiane Santos Costa da Faculdade de Engenharia Sanitária e Ambiental representou a participação das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia e engenharia. Reforçou a imporância do respeito com todas as alunas, trazendo a motivação para que cada vez mais possam ocupar espaços de liderança na universidade. "Aqui na universidade entramos meninas e saímos mulheres, se tornem liderança dentro da faculdade, se destaquem pois nós somos importantes, nossas vidas realmente importam", destacou. Representando a voz do corpo discente na promoção da equidade dentro da universidade o aluno da Faculdade de Engenharia de Computação Vinicius Rodrigues Silva ressaltou a imporância da empatia com o próximo. "Eu percebo que a nossa sociedade tem grande dificuldade de se pôr no lugar do outro, acho que este é um ponto que devemos refletir, sobre ensinar a questão da empatia com o próximo", afirmou o aluno. A cerimônia foi encerrada com a servidora Ildenê Mota, que também é integrante do Programa Mulheres e Meninas nas Engenharias, com a reafirmação do papel da universidade na promoção da equidade de gênero e na construção de uma cultura de paz. "Institucionalmente falando, não aceitaremos mais nenhum tipo de violência", afirmou, fazendo também o convite à comunidade para conhecer os meios de enfrentamento à violência contra mulher no estado do Pará pelo telefone 180, na UFPA por meio da Ouvidoria e da Comissão de Equidade de Gênero e a fortalecer a divulgação desta iniciativa. Texto e Fotos: Divisão de Comunicação Institucional - DCI/Camtuc UFPA
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A cerimônia de inauguração do Banco Vermelho, realizada no Campus Universitário de Tucuruí da Universidade Federal do Pará em 7 de abril de 2026, teve como objetivo promover a conscientização sobre o enfrentamento ao feminicídio e à violência contra a mulher. O Banco Vermelho, símbolo internacional dessa causa, representa um chamado à reflexão, à equidade de gênero e ao compromisso coletivo com a proteção da vida das mulheres. A abertura do evento foi feita pela servidora técnica administrativa Ildenê Mota, que apresentou a contextualização da iniciativa alinhada à legislação brasileira por meio da Lei Federal nº 14.942/2024, que institui o Banco Vermelho como política pública de prevenção ao feminicídio, reconhecendo o papel da educação na transformação social. A Vice-Coordenadora e Coordenadora Acadêmica do campus, Carolina Coelho da Rosa falou da importância deste ato na UFPA e nos campi para a defesa da vida e integridade das mulheres, reforçando o compromisso do campus com a equidade de gênero "A UFPA camtuc é um espaço de produção de conhecimento, mas também é um espaço de formação ética e cidadã", afirmou. Em seguida realizou a leitura de um verso do poema "Aninha e suas pedras" de Cora Coralina (pseudônimo de Ana Lins Peixoto), o poema fala de resiliência em meio às dificuldades. A Coordenadora finalizou com os agradecimentos à Ouvidoria da UFPA, ao Reitor Gilmar Pereira da Silva, à Vice-Reitora da UFPA - Profa. Dra. Loiane Prado Verbicaro que promoveu o diálogo entre os campi e providenciou a confecção das placas do banco, à Coordenação Geral do Campus - Prof. Wassim Raja El Banna, à Comissão de Equidade de Gênero e Programa Mulheres e Meninas nas Engenharias, às calouras que estiveram presentes na pintura do banco e ao pessoal de apoio que contribuiu com a finalização da pintura. A Profa. Dra Viviane Almeida dos Santos, representante da Comissão de Equidade de Gênero da UFPA e Coordenadora do Programa Meninas e Mulheres na Engenharia, falou da satisfação em poder prestigiar este momento. A docente falou do papel do programa dentro da campus e na sociedade e apresentou dados estatísticos alarmantes sobre feminicídio. Em seguida foram expostas fotos de mulheres que foram vítimas de feminicídio e a forma como foram brutalmente assassinadas, solicitou um minuto de silêncio como sinal de respeito a todas que foram vítimas. 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"Nós homens passamos por um processo de criação na cultura da misoginia e muitas vezes, conscientes ou inconscientes não enxergamos o que fazemos", destacou. Durante os pronunciamentos, a discente Neuly Cristiane Santos Costa da Faculdade de Engenharia Sanitária e Ambiental representou a participação das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia e engenharia. Reforçou a imporância do respeito com todas as alunas, trazendo a motivação para que cada vez mais possam ocupar espaços de liderança na universidade. "Aqui na universidade entramos meninas e saímos mulheres, se tornem liderança dentro da faculdade, se destaquem pois nós somos importantes, nossas vidas realmente importam", destacou. Representando a voz do corpo discente na promoção da equidade dentro da universidade o aluno da Faculdade de Engenharia de Computação Vinicius Rodrigues Silva ressaltou a imporância da empatia com o próximo. "Eu percebo que a nossa sociedade tem grande dificuldade de se pôr no lugar do outro, acho que este é um ponto que devemos refletir, sobre ensinar a questão da empatia com o próximo", afirmou o aluno. A cerimônia foi encerrada com a servidora Ildenê Mota, que também é integrante do Programa Mulheres e Meninas nas Engenharias, com a reafirmação do papel da universidade na promoção da equidade de gênero e na construção de uma cultura de paz. "Institucionalmente falando, não aceitaremos mais nenhum tipo de violência", afirmou, fazendo também o convite à comunidade para conhecer os meios de enfrentamento à violência contra mulher no estado do Pará pelo telefone 180, na UFPA por meio da Ouvidoria e da Comissão de Equidade de Gênero e a fortalecer a divulgação desta iniciativa. Texto e Fotos: Divisão de Comunicação Institucional - DCI/Camtuc UFPA
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